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Por que Paulo foi preso?



  • Pergunta de Ayla Sousa, Teresina - PI
  • 769
  • 01/11/2018
Odalberto Domingos Casonatto

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 Olá Ayla Sousa de Teresina - PI!

Ao longo do Novo Testamento a começar com os Atos dos Apóstolos e nas cartas Paulinas, encontramos a narrativa de diferentes prisões de Paulo e em lugares  diferentes. Cito algumas:

  • Prisão em Filipos narrado em (At 16,23),
  • Prisão em Jerusalém (At 21,33),
  • Prisão em Cesaréia (At 23,23),
  • Prisão em Roma (At 28,20).
  • Prisão em Éfeso, (Ef 3,1; 4,1)

Os Atos dos Apóstolos narram a forma e o porquê da primeira prisão de Paulo. O motivo principal que tornou Paulo prisioneiro várias vezes, encontramos nos Atos dos Apóstolos 17,6-9, onde esta escrito:

“Eis os homens que revolucionaram o mundo inteiro, e Jasão os recebe em sua casa. Todos eles agem contra os editos de César, afirmando que há outro rei, Jesus. Por estes clamores, agitaram a multidão e os politarcas que exigiram uma caução da parte de Jasão e dos outros antes de soltá-los” (Atos dos Apóstolos 17,6-9) Bíblia de Jerusalém.

Em resumo: Paulo frequentemente era preso, por causa do anuncio do evangelho de Jesus Cristo, os Judeus alegavam que desprezava e não cumpria a Lei, e proclamava um outro Rei a Jesus.

 

Textos que poderão nos ajudar em entender o Porquê das prisões de Paulo

Em Filipos, a acusação eram contra Paulo e Silas:

“Estes homens estão provocando desordem em nossa cidade; são judeus e pregam costumes que a nós, romanos, não é permitido aceitar nem seguir” (At 16,20-21).

Em Jerusalém, os judeus instigam o povo contra Paulo:

“Israelitas, socorro! Este é o homem que anda ensinando a todos e por toda a parte contra o nosso povo, contra a lei e contra este lugar. Além disso, ele trouxe gregos para dentro do ``Templo, profanando este santo Lugar” (At 21,28).

Em Cesaréia, Paulo foi acusada deste modo: o governador recebeu a seguinte escrita do oficial romano de Jerusalém a respeito de Paulo:

“Verifiquei que ele era incriminado por questões referentes à lei que os rege, não havendo nenhum crime que justificasse morte ou prisão” (At 23,29).

No tribunal os judeus diziam:

“Verificamos que este homem é uma peste: ele promove conflitos entre os judeus do mundo inteiro e é também um dos líderes da seita dos nazareus. Ele tentou inclusive profanar o templo; por isso, o prendemos” (At 24,5-6)

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