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Lugares bíblicos

Em busca de Chaves de leitura do Evangelho e das Cartas do apóstolo João

Estudo de Odalberto Domingos Casonatto, em 01/06/2010


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Nos últimos anos inúmeros comentários do Evangelho de João e Cartas foram traduzidos para o português. E também estudiosos brasileiros apresentaram bons trabalhos. O Cebi e a Revista Ribla tentaram divulgar artigos e trabalhos adaptando a interpretação do Evangelho de João e Cartas à realidade latino americana. Propomo-nos, neste estudo, apresentar algumas chaves de leitura do Evangelho e Cartas de João.

O Evangelho de João sofreu, ao longo da história da interpretação, influências de uma leitura espiritualista e de um processo de helenização que impediram as comunidades de ver o texto, interpretá-lo e atualizá-lo dentro de uma perspectiva transformadora. Com a finalidade de ir ao encontro desse novo tipo de leitura nos propomos apresentar algumas chaves de leitura, a partir da realidade histórica da origem da Comunidade Joanina e na perspectiva do hoje: a) A história da Comunidade Joanina; b) Os conflitos que a Comunidade Joanina enfrentaram; c) As mulheres na Comunidade Joanina; d) Os pobres, os marginalizados e os desprezados como ponto referencial.

A - História da Comunidade de Joanina

A comunidade é uma chave de leitura importante. Ela foi, por assim dizer, o “laboratório” onde a proposta de Jesus foi anunciada oralmente pelos apóstolos e vivida por eles. É uma grande riqueza a experiência das comunidades que deram origem aos quatro Evangelhos e Cartas Paulinas.

Conhecer a história da Comunidade Joanina é chave de leitura importante para interpretar o Evangelho de João e Cartas. Essa pertence à tradição do discípulo amado e testemunho escrito e vivido ao longo do primeiro século (30 até 120 d.C).

As comunidades que são sujeitas desta tradição vivem em contato com outras comunidades dispersas. Todas estas comunidades orientam-se no testemunho e no ensino do discípulo amado, João, autor do quarto Evangelho. Portanto, é importante, para o entendimento do Evangelho e Cartas de João, compreendermos a evolução histórica da comunidade do discípulo amado.

A seguir tentaremos resumidamente construir a história da Comunidade onde nasceu a tradição e a redação. Não temos aqui a preocupação em relatar toda a complexidade dos estudos exegéticos a este respeito (MATEOS E BARRETO, 1982; JAUBERT, 1982, BALLARINI, 1989) A história destas Comunidades cuja tradição está no testemunho do discípulo amado apresenta estas etapas (BROWN, 1982; RICHARD, 1994; COTHENET et. al., 1988):

1ª Etapa - Origem da Comunidade

O próprio texto do Evangelho de João nos fala da origem da Comunidade Joanina (30 a 50 d.C.). O discípulo amado aparece como discípulo de João (Batista) e que em seguida segue a Jesus junto com André (1,35-40). A primeira Comunidade forma-se com João, André, Simão, Felipe e Natanael. Pela índole de seus membros se caracteriza como uma comunidade judeu- cristã que aceita Jesus como Messias, profeta e rei de Israel. A profissão de fé de Natanael prova isto: “Rabi, tu és o Filho de Deus, és o Rei de Israel”.

O distanciamento entre Jesus e os “judeus” representa claramente uma situação posterior a 70 d.C. Conforme alguns estudiosos é possível que a Comunidade Joanina tivesse uma tradição oral, ou algo já escrito baseado nos textos sinóticos. Estas fontes seriam um livreto que continha os 7 sinais e outro com a narrativa da Paixão (KONINGS, 1974).

2ª Etapa - A Comunidade Joanina cria identidade

Pouco a pouco a Comunidade Joanina, em fidelidade radical a memória de Jesus, passa a criar uma identidade própria (50-70 d.C.). Passa a criticar abertamente a Lei e o Templo de Jerusalém. A este grupo das origens se ajunta um grupo de samaritanos convertidos pela pregação de Judeus cristãos contrários ao templo. O recebimento deste desenvolve-se em uma alta cristologia diante dos outros grupos.

3ª Etapa - Expulsão da Comunidade das sinagogas o Evangelho de João passa a ser escrito

A Palestina durante os anos de 64 a 74 d.C. vive um momento critico. A guerra judaica contra Roma segue implacável, culminando com a destruição de Jerusalém. Surge um fato novo que vai marcar a vida das comunidades cristãs, a origem do chamado judaísmo rabínico, cujo centro se estabelece longe de Jerusalém, em Jâmnia, na faixa litorânea, cuja organização é comandada pelo Sinédrio.

A partir do ano 70 a Comunidade Joanina se defronta com a perseguição da parte dos “judeus”, que expulsa os Cristão-judeus das sinagogas e sofre perseguição do mundo (Império Romano). Neste período e escrito o Evangelho (70 a 90 d.C.), que demonstra o confronto com os cristãos judeus que não aceitavam a elevada cristologia da Comunidade Joanina e a viam como uma quebra da “koinonia”.

4ª Etapa - As epístolas como resposta a crise em vista de uma unidade

Neste período a Comunidade do discípulo amado sofre uma crise interna. Existem membros da Comunidade que tentam espiritualizar o Evangelho tendo como ponto de partida a Gnose, Religiões orientais e o helenismo.

Possivelmente um ancião da Comunidade escreve as cartas (100 d.C.) com a finalidade de helenizar e resgatar o Evangelho. Alguns aderiram às cartas, mas outros as rejeitaram dando origem às seitas.

Depois das Cartas

Verifica-se a união com a Igreja Apostólica (120 d.C.). Um pequeno grupo de membros da Comunidade Joanina aceitou as cartas e a necessidade de mestres oficiais com autoridade, os presbíteros e bispos. Por outro lado a Igreja oficial lentamente absorveu a elevada cristologia da Comunidade Joanina.

O caminho para o gnosticismo:

A grande parte dos membros da Comunidade Joanina não aceitaram as cartas e separaram-se dando origem ao docetismo, gnosticismo e montanismo.

B - A Comunidade Joanina em meio aos conflitos

1. Conflito com o Império Romano (mundo)


No ano 64 d.C. o Império Romano passa as mãos do Imperador Nero (64-68) e os cristãos sofrem a primeira perseguição pública generalizada. Uma outra perseguição mais violenta aconteceu 30 anos mais tarde com o Imperador Domiciano (95-96). A obrigação de aderir às práticas da Religião Imperial, o culto ao Imperador (adorar a César, ele é o Senhor), fez com que os cristãos fossem perseguidos, pois negavam essas práticas. Muitos cristãos permaneceram firmes na fé e foram martirizados outros abandonaram a sua fé. A Comunidade Joanina insiste em afirmar que Jesus é nosso Rei, esse mesmo Jesus que foi crucificado, na realidade foi glorificado. A comunidade se defronta com o dilema: “escolher a Jesus ou César” (Jo 19,14-15).

2: Conflito com o Judaismo

Com a destruição do Templo (70 d.C) o Judaísmo reorganizou-se em torno ao Sinédrio, tendo como centro o povoado de Jâmnia, na proximidade do Mediterrâneo. As Festas judaicas passam a ter caráter privado, sendo celebradas nas famílias. O Templo e sua organização dão o seu lugar as sinagogas. A hierarquia sacerdotal dá lugar aos fariseus. O comentário dos livros sagrados, a ordem das celebrações da sinagoga, e a orientação da vida Judaica passam aos fariseus. Os seguidores de Jesus Cristo são expulsos da Sinagoga. No Evangelho aparece este conflito, os judeus são aqueles que enxergam, mas não vêem, os que rejeitam a luz vinda ao mundo, são considerados pela Comunidade Joanina como filhos de Satanás.

3. Conflito com os discípulos de João Batista

O número de vezes que aparece João Batista no texto do Evangelho de João nos sugere a existência de problemas entre os discípulos de João Batista e a Comunidade Joanina. O Evangelho coloca claramente que João Batista não é o Messias, mas aquele que prepara e indica o caminho do Messias.

A inclusão dos versículos 6-8 e 15 no prólogo mostra que o redator quer caracterizar muito bem João Batista. Nos versículos 6-8 João aparece como testemunho da Luz, para que todos creiam por meio dele. Os versículos 15 e 8 mostram o lado polêmico – “ele não era a luz”.

4. Conflito com a cultura grega

A Comunidade Joanina organizando-se na Ásia toma contacto direto com outro mundo cultural. A esse mundo cultural se fazia necessário traduzir a mensagem de Cristo, o que não era fácil e tranquilo.

A cultura grega divide a pessoa em corpo e alma, sendo a alma (memória, inteligência sabedoria...) a parte nobre da pessoa humana. E aquela que estaria mais perto de Deus. O corpo, por sua vez, e a parte que dificulta e atrapalha a alma. Com esse raciocínio típico da filosofia grega, se entende também a sociedade: os que vivem ligados à vida do cultivo da alma (filósofos, intelectuais, sábios, dirigentes...) e os que vivem ligados às atividades materiais do corpo (trabalhadores braçais, escravos, servos, agricultores). A sociedade é dirigida pelos primeiros. Em conclusão podemos dizer que o mais importante para a vida seria o cultivo da alma, (da inteligência e sabedoria) e não a prática (atividades corporais). Religiosamente devemos nos libertar.do corpo e nos preocupar em cultivar a alma, isto é, pelo conhecimento (gnose) atingir a Deus. O Evangelho de João reflete o conflito que enfrenta a Comunidade Joanina. João desde o início do Evangelho apresenta um Cristo “encarnado na forma humana” e na realidade física e material de Jesus. Muitos que pertenciam à gnose, uma vez que passaram a frequentar a Comunidade Joanina, afirmava as verdades de Jesus Cristo em forma sincretista. Misturavam a gnose com a cristologia. Afirmavam que a vida histórica de Jesus não tinha importância e que até teria sido aparência (1 Jo 4,2 e 3; Jo 7).

5. Conflitos internos na Comunidade

A Comunidade Joanina quando chegou à Ásia já haviam percorrido uma caminhada de mais de 30 anos. A situação externa vivida nas comunidades da Ásia agravava a situação de vivência do verdadeiro cristianismo. Muitos até desanimaram e abandonaram a fé (é difícil demais - Jo 6,60). O que faz a Comunidade Joanina sofrer ainda mais é que muitos não dão testemunho vivencial do Cristo ressuscitado. Começaram aparecer brigas internas, busca do poder, ambição, falta de vida fraterna e desprezo entre os membros da comunidade (Jo 9).

A preocupação de João, manifestada nos seus escritos, foi de apresentar aos membros da comunidade uma volta ao essencial do Evangelho de Jesus Cristo: o amor fraterno. No chamado livro da Comunidade que se estende do capitulo 13 a aparecem textos, como o lava-pés, a videira e os ramos e a oração sacerdotal que orientam a comunidade ao amor fraterno.

C - As mulheres na Comunidade Joanina

A sociedade do tempo de Jesus discriminava as mulheres. Elas eram oprimidas e marginalizadas. Jesus encontrou a situação da família patriarcal e tomou um posicionamento novo e revolucionário. Sua atitude em relação às mulheres tem um caráter eminentemente libertador. Dentre os Evangelhos é o quarto Evangelho aquele que mais se aproxima da memória de Jesus. A prática nova de Jesus em relação às mulheres transparece no texto, onde encontramos varias passagens que a elas tem referência. Não podemos entender a história da Comunidade Joanina ignorando esta característica. A participação da mulher na vida da comunidade passa a ser chave de leitura importante. Tentaremos lembrar passagens significativas onde transparecem a participação feminina no texto do quarto Evangelho.

Maria, mãe e discípula de Jesus

A Mãe de Jesus aparece várias vezes ao longo do Evangelho. Seu nome é citado 15 vezes e está relacionado às outras discípulas de Jesus. Maria como Mãe de Jesus não aparece, Jesus a chama de “mulher”. Este fato indica que Jesus tem sua mãe como discípula, como mulher que acredita nele e evangeliza. O que une Jesus a sua mãe é a fé e não o sangue, este pensamento já aparece nos sinóticos (Mc 3, 31-35; Mt 12, 46-50; Lc 8,19-21).

Na abertura do livro dos sinais (2-11) encontramos o fato das Bodas de Caná (2, 1-12), Maria, a Mãe de Jesus sensibilizada pelo fato do vinho ter terminado e diz a Jesus: “Eles não tem mais vinho”. Maria representa a mãe dos viventes, representa o povo fiel que está a espera do Messias e ordena aos serventes para estarem atentos a Jesus. O vinho abundante rompe o contexto das Bodas de Caná e torna-se o primeiro sinal que João apresenta em seu Evangelho. Jesus através deste milagre manifesta sua glória e os discípulos creram nele. A mulher (Mãe de Jesus) se faz discípula de Jesus.

Encontramos a Mãe de Jesus, pela segunda vez, aos pés da cruz, com o discípulo que ele amava (Jo 19, 25-27). O discípulo amado e a Mãe são duas personagens importantes para entendermos a Comunidade Joanina. A Mãe de Jesus novamente e chamada de “mulher” . Nesta passagem simboliza a Comunidade do discípulo amado. João recebe Maria em sua casa, isto é, na Comunidade. Na Comunidade ela é acolhida como Mãe (RICHARD,1994).

Jesus e a samaritana (Jo 4, 1-42)

Do encontro de Jesus com a samaritana muito já tem se escrito. A mulher samaritana junto com tantas outras mulheres do tempo de Jesus mostra a mulher numa das piores situações. A mulher por si só era desprezada, além do mais era samaritana, e se não fosse suficiente estava em uma situação difícil conforme narra o versículo 18, “por ter tido cinco maridos e por estar vivendo com um que não e seu marido”. “Esta mulher foi à escolhida por Jesus para uma revelação especial e tornou-se missionária na sua aldeia” (WEILER, 1993, p. 100). O texto nos mostra que a Comunidade Joanina é constituída a partir das discípulas de Jesus. Por sua vez a Igreja apostólica de Jerusalém colhe os frutos daquilo que outros já tinham semeado e cresce sobre a fadiga do trabalho de tantos apóstolos e missionários.

Marta e Maria, irmãs de Lázaro (Jo 11-12)

O texto do Evangelho de João nos fala que Marta, Maria e Lázaro constituem em Betânia a Comunidade de Jesus. Betânia servia de entroncamento de estradas que vinham de Jericó para Jerusalém e daí seguiam para Belém. A população na sua maioria era formada de Galileus, sendo assim o lugar preferido de Jesus para se hospedar, quando das suas viagens a Jerusalém para cumprir os rituais da lei que prescreviam a vinda a Jerusalém nas três festas anuais de preceito.

Um fato digno de nota é a confissão de fé de Marta: “Eu creio que tu és o Cristo, o filho de Deus que devia vir a este mundo” (Jo 11,27). Alguns autores colocam esta profissão de Marta como correspondendo a confissão de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16; Mc 8,29). Mas estes autores dizem que o valor teológico desta confissão de Pedro e muito menor que a de Marta.

Maria Madalena a testemunha da ressurreição

Maria Madalena é testemunha ocular do fato da ressurreição: “vi o Senhor” (Jo 20, 1-18). É a autêntica discípula de Jesus e faz o primeiro anuncio da Ressurreição, como também da Nova Aliança: “Vai e dize aos meus irmãos que subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.

D - Os pobres, os marginalizados e os desprezados como ponto referencial

O Evangelho de João caminha em uma outra direção com referência aos sinóticos. Para o evangelista João o pobre aparece na figura do doente que Jesus cura, no desprezado, no marginalizado (samaritanos) e nos excluídos.

A palavra pobre no Evangelho de João aparece raramente, apenas em quatro citações. O peso teológico e social e bem menor daquele que aparece nos sinóticos. O texto de Jo 12, 5.6 e 13,29 fala de pobres, mas longe de ter importância teológica para aprofundamento da questão. Um texto mais significativo seria de 12,8: “Pois sempre tereis pobres convosco, mas a mim nem sempre me tereis”. Provavelmente esta frase João a trouxe da tradição sinótica e ao longo da história da exegese ofereceu as mais diferentes interpretações. A preocupação disfarçada de Judas dá a entender uma preocupação paternalista em relação aos pobres. Entretanto, a comunidade que vivencia o Cristo e seu projeto, será eminentemente pobre e, por esta razão, sempre aberta aos outros pobres. A frase indica a forma de relação que existe entre os pobres e a Comunidade Joanina. A Comunidade esta separada do mundo, mas não esta separada dos pobres (MATEOS; BARRETO, 1989).

Os doentes e enfermos aparecem em grande número de citações do Evangelho de João, sempre com o sentido de fraqueza, corporal e falta de participação social.

João escolhe “a dedo” os milagres que Cristo realizou, para a narrativa de seu Evangelho. A cura do filho do funcionário real (4, 43-54) fato inusitado por se tratar do filho de um burocrata ligado à casa de Herodes; a cura do paralítico na piscina de Betesda, onde ali se encontravam numerosos doentes, cegos, coxos, paralíticos a espera de um milagre (5,1-9); a cura do cego de nascença (9,1-12) que o texto tão bem o descreve como sendo um marginalizado pela sociedade, estava mendigando a beira do caminho. E o último e maior de todos os milagres a ressurreição de Lázaro onde, além de ser pobre, vivendo nas periferias de Jerusalém estava doente, prestes a morrer. Jesus deixa um ensinamento novo nestas curas que operou: a) Vai ao encontro dos pequenos e marginalizados e dá a eles possibilidade de vida. b) No fato do milagre, Cristo deixa claro que não está no Império Romano a solução para os pobres e doentes etc, nem estava em uma escatologia futura e nem na espera do Messias, mas o mundo novo tem início com Jesus o verdadeiro “eschaton”.

É notório nos textos do Evangelho de João o fato que Jesus vai ao encontro dos discriminados. O mais significativo nos aparece no encontro de Jesus com a samaritana e o caminho que Ele percorreu através da Samaria. No mundo novo não há lugar para uma religião que exclui pessoas, grupos ou etnias. Todos são chamados a viverem o verdadeiro Evangelho de Jesus.

Referências

Ballarini, T., Introdução a Bíblia IV, Vozes, Petrópolis, 1989.

Brown, R.E., A Comunidade do Discípulo Amado, Paulinas, São Paulo 1982.

Cothenet, E.... et. al., Os Escritos de João e a Epistola aos Hebreus, Biblioteca de

Ciências Bíblicas 6, Paulinas, São Paulo 1988, 56-61.

Jaubert, A., Leitura do Evangelho Segundo João, Paulinas, São Paulo 1982.

Konings, J., Encontro com o quarto Evangelho, Vozes, Petrópolis 1974.

Mateos, J. - Barreto, J., O Evangelho de São João, Paulinas, São Paulo, 1989.

Richard, P., Chaves para uma releitura histórica e libertadora (quarto Evangelho e Cartas), Ribla 17 (1994) 7-26.

Weiler, L., Jesus e a Samaritana, Ribla 15 (1993) 98-106.

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